E quando a ficção se torna realidade? ensaio sobre a finitude…
Sobre o Livro
A grande sacada do autor foi perceber uma série de semelhanças entre a ficção escrita lá no século XIX com a realidade do século XXI. Aliás, não foram poucas vezes em que as pandemias foram retratadas na arte. E também não foi em escassas ocasiões que os extremistas e os governos autoritários e totalitários foram retratados nos diversos meios de expressão artística. Isso sempre aconteceu, desde a Antiguidade. É triste que hoje tenhamos que explicar o óbvio aos ignorantes. Nesse sentido, o Alvaro nos mostra o quanto tudo parece ter mudado tão pouco desde o princípio do mundo. A humanidade continua exatamente igual, com suas mesmas paixões, problemas e dilemas. E em contextos difíceis seguem surgindo os “salvadores da pátria”, sejam eles de extrema direita ou de extrema esquerda. (Fábio Augusto Steyer)
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